segunda-feira, 28 de março de 2011

Carla christie '' Resenha''

Livro : Mais comédias para ler na escola de Luis Fernando Verissimo.


                                              O rico,o pobre e a galinha

A crônica relata  um rico que passa pela entrada de um labirinto e não resiste .Entra.
quer saber o que se esconde  no centri do labirinto.
      Talvez seja um tesouro,ou no mínimo uma oportunidade de negócios. é da natureza humana querer explorar o desconhecido e é da natureza dos ricos querer ficar mais ricos. Como ,além de um aventureiro e um empreendedor,o rico é um ser racional,vai deixando moedas no caminho,para depois voltar pelo mesmo caminho e encontrar a saídado labirinto.No  centro  do labirinto não  há nada, só o centro de im labirinto,e guando se vera para começar o caminho de volta,o rico dá com o pobre,que chega colocando a última moeda do chão na sua sacola.
        -Minha moeda!-iz o rico.
        -Suas? Estavam no chão . Vim catando-as  pelo caminho. Agora
são minhas.Tenho direito a um pouco dea riqueza do mundo.
       -Imbecil! Eu as  deixei pelo chão para encintrar o caminho
de volta,já que sou um ser racional.Agora eu não encontrarei a saída .
Agora eu vou ficar neste  labirinto pelo resto da vida.
        E  o rico e o pobre passam o resto de suas vidas correndo pelo labirinto atrás da galina, que, como não é um ser racional, nem sabe o que está fazendo ali.
      

-Eu escolhi esse conto porque adorei e achei muito interessante,
você se posicionar ao assunto.

- Bibliografia:Mais comédias para ler na escola / Luis Fernando Verissimo; apresentação e seleção de Marisa Lajolo; Riode janeiro:objetiva,2010.

 - Resenha de literatura.      

Emily Almeida

Me chamo Emily Cristina Ferreira de Almeida, tenho 14 anos e nasci no dia 24 de junho de 1996. Bom, eu sou uma pessoa bem tímida para os que não me conhecem, mas os mais próximos sabem que eu falo muito o tempo inteiro. Faço aulas de ballet e de ginástica ritmica, já participei de alguns campeonatos estaduais e cheguei a ganhar alguns. Eu amo escutar música, e só escuto pop e rock, aliás sou fã de uma banda e dedico praticamente todo o meu tempo à eles. Quando tenho um tempo livre eu costumo ler livros, ir ao cinema e ficar no twitter. Meus filmes favoritos são os de terror e suspense. Atualmente estudo no Colégio Estadual Walter Orlandini, estou lá porque alguns amigos falaram bem sobre a escola, o que me levou a querer estudar lá. Pretendo fazer faculdade de Engenharia Química, por que me identifico bastante nessas áreas relacionadas a química. Então é isso o que tenho a dizer sobre mim :B

"A arte de ser feliz" (crônica)

bibliografia: "Arte de ser feliz" do condomínio dos propietários dos direitos intelectuais de cecília meireles/ diálogo contemporâneo editora globo, São paulo,1996.


 Esse conto retrata uma crônica sobre que havia  um tempo em que uma  janela se abria para um chalé. Na ponta do chalé brilhava um grande ovo de louça azul. Nesse ovo costumava pousar um pombo branco. Nos dias límpidos, quando o céu ficava da mesma cor do ovo de louça, o pombo parecia pousado no ar. ela  era criança, achava essa ilusão maravilhosa, e sentia-se  completamente feliz.
Houve um tempo em que uma  janela dava para um canal.Canal oscilava um barco.Um barco carregado de flores.  e amenia se perguntava Para onde iam aquelas flores? quem as comprava? em que jarra, em que sala, diante de quem brilhariam, na sua breve existência? E que mãos as tinha criado? e que as pessoas iam sorrir de alegria ao recebê- las ela  não era mais criança, porém a alma da menina  ficava completamente feliz.
Houve um tempo em que uma  janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. perto da janela
 havia um jardim quase seco.Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs ia  um pobre homem com um balde, e em silêncio, ia tirando com as mãos umas gotas de água sobre as plantas.
mas quando ela via essas pequenas felicidades certas diante das janelas uns acreditavam, outros diziam que era só diante da janela dela e outros diziam que tinha que olhar e ver as janela assim.
essa crônica retrata de uma menina que imaginava muitas ilusões ela era criança imaginava muitas coisas diante de uma janela e tudo fazia com que ela ficasse feliz.  eu achei essa crônica  muito interessante pois ela imaginava muitas ilusões que só existia diante das janelas que ela imaginava uns acreditavam, outros diziam que era só ilusão, e outros diziam que era presciso aprender a olhar para ver as coisas assim como ela via.


AUTORA:  nascida no rio de janeiro, Cecília Meireles (1901-64)  foi a grande voz feminina da poesia brasileira no século xx, com uma obra mais próxima so simbolismo do que do modernismo. Publicou entre outros livros, viagem, vaga música, mar absoluto, retrato natural, romance da inconfidência, metal rosicler e sombra. Escreveu também para criançase foi, em 1934, a criadora da primeira biblioteca infantil do país. Professora de literatura brasileira, lecionou na atual universidade federal do rio de janeiro e em outros países. Suas andanças pelo mundo lhe inspiraram crônicas  de viagem que rendem três volumes.


    resenha de literatura.                       ALUNA: kevellyn cristina barcelos dos anjos.

sábado, 26 de março de 2011

Resenha

 Livro: Contos Reunidos de Moacyr Scliar


                                                Memórias de uma anoréxica

     Esse conto retrata a história de uma menina que sofria de anorexia nervosa. Rosa, rejeitava qualquer tipo de alimento, até mesmo quando estava à mesa com sua família, ou no hospital, onde esteve internada. Mas isso ainda não era suficiente para ela. Depois de alguns meses debatendo esse assunto lhe sobrevenho uma resposta: alimentos imaginários.
     Os alimentos imaginários não serviam para sua ingestão, mas também para sua rejeição. Rosa imaginava a princípio, um restaurante elegante que frequentava quando criança com seus pais. Estudava o cardápio e pedia um prato sofisticado; lagosta, por exemplo. Quando o prato era trazido pelo garçom, rindo, jogava tudo no chão ou na cara de espanto do seu pai. Mesmo sendo um restaurante imaginário, depois de algumas vezes, não pode mas frequentá-lo. Então, passou a ir a restaurantes menos requisitados, lanchonetes, onde praticava o mesmo ato e também era expulsa.
     Depois de destruir incalculavelmente alimentos, seu peso foi reduzido a quarenta quilos (se tratava de uma moça com um metro e setenta de altura). Mas tudo isso ainda não era grande o bastante para ela, pois queria acabar com a matéria do seu corpo, sua carne, seus nervos, seu sangue. Para implementar seu projeto, tinha de tirar todo alimento do seu país e enviá-lo, no caso para África.
     Visualizava enormes armazéns cheios de cereal, carnes, leite gordo. Grandiosos navios eram levados à África, onde famélicos esperavam ansiosos. Porém depois de um tempo, já nutridos, os nativos não se contentavam com as migalhas. Queriam mais alimentos, então recorreram à violência. Guerrilhas atravessaram o oceano, desembarcaram pedindo por alimento e matavam quem aparecesse na sua frente. Rose foi das primeiras a perecer e atingida. Seu óbito falava em hemorragia cerebral; mencionava também anorexia nervosa. Alimentos imaginários são perigosos (mesmo sem ser ingeridos).
     Esse conto é referente a um assunto que não tem muita repercussão no país em que vivemos, a anorexia. Pessoas com esse tipo de doença, começam devagar com a rejeição de alimentos, geralmente para emagrecerem, mas depois não conseguem ter controle de si mesmos. Esse texto é bem interessante, pois nos mostra a realidade de uma  anorexica e nos alerta sobre as conseqüências que podemos sofrer se embarcarmos nessa (a morte).

                                                                                    Mayara Domas

Os Contos De Belazarte


 
  Belazarte-alter ego de Mário de Andrade (1893-1945)-Tem sua origem nas Crônicas de Malazarte, publicadas pelo autor na revista América Brasileira entre 1923 e 1924.Reunidos em 1934,Os contos de Belazarte foram modificados pelo autor para a segunda edição,de 1944,até chegar à presente configuração.
  Na década de 1920,o Brasil ingressava com dificuldades na modernidade,e São Paulo era a porta para entrada dessa modernização tardia.Industrializando-se e urbanizando-se aos poucos,em muitos aspectos a cidade-e o país -continuava amarrada à tradição rural.
  É esse o contexto dos contos de Belazarte,que Mário de Andrade começou a publicar na revista América Brasileira ainda nos anos 20.Nessas narrativas,introduzidas sempre pela frase "Belazarte me contou" , o autor tentou tentou,segundo ele próprio,"grafar exatamente,com o mais contraditório realismo, as inconsequências da fala popular",pesquisa de linguagem de utilizaria em Amar, verbo intrasitivo (1926) e que chegaria ao ápice em Macunaíma, o herói sem nenhum caráter (1928).
  O Narrador recolhe casos de periferia de São Paulo,distantes de sua própria realidade."Tristonho e Realista", como o qualifica Mário de Andrade,narra histórias de mães e filhos, de meninas que se tornam mulheres, das comunidades de italianos recém-imigrados, a outra face da sociedade urbana brasileira, representada em Amar, verbo intransitivo pela burguesia industrial. Ao mesmo tempo que encontramos em Belazarte as contradições da sociedade e da modernização,os contos se aproximam da angústia do homem preso em seu cotidiano sem brilho,desenraizado e muitas vezes coberto de sofrimento.
  O pessimismo dos Contos de Belazarte é um traço do narrador,que ganhou uma voz tão particular que o autor quase não reconhecia os textos  como seus. "Belazarte não sou eu", afirma Mário, invertendo a famosa defesa de Flaubert."Por isso tudo Belazarte existe e estes 'meus' contos ele é que os contou."Mas,certamente,é uma das faces do escritor plural que disse ser trezentos,trezentos e cinquenta."

                                                            Sthefany Rocha
Resenha de Literatura

sexta-feira, 25 de março de 2011

kevellyn barcelos

meu nome é kevellyn cristina barcelos do anjos tenho 14 anos  nasci no dia   24/06/1996 sou muito alegre, extrovertida, engraçada tímida demais mais quando conheço a pessoa sou bem tagarela niguem acredita.
gosto de ir ao cinema curto filme de comédia,romance,entre outros. gosto de ir em shoppings,praia,emfim passear.Adoro ficar no computador mexer na internet adoro escutar música alta adoro gosto de um pouco de cada estilos de musicas. sou evangélica e adoro ir na igreja mas não tenho ido mais.
  Estudo no c.e.w.o colégio estadual  walter orlandini  escolhi vir estudar aqui pois, disseram que aqui era muito bom, um colégio bem preparado to gostando muito daqui.
 Estudei da quinta ao 9° ano no C.E lauro corrêa em trindade.  Pretendo fazer uma boa faculdade me esforçar e pretendo fazer arquitetura ou engenharia ainda não decidi emfim resumi um pouco de mim esperam que gostem e é isso!!

número de caso de dengue no rio é quase o dobro de 2009 (notícia)

 
O número de casos de dengue no Rio no primeiro semestre deste ano já é quase o dobro do registrado em todo o ano passado. De janeiro a junho de 2010, foram 31 mortes em todo o estado e 21.346 casos da doença, contra 12 mortes em todo o ano de 2009 e 12.403 pessoas infectadas.
O município de São Gonçalo é o que registra o maior número de casos: 1.805 casos, sendo oito mortes. Na sequência vem Tanguá, com 1,730 pessoas, e Macaé, com 1.670.
Risco de epidemia no próximo verão
A última grande epidemia da doença foi em 2008, quando foram registrados mais de 250 mil casos, com 255 mortes no estado. Em 2002, foram quase 290 mil casos, com 91 mortes. Por causa do aumento, alguns especialistas alertam sobre o risco de uma nova epidemia no próximo verão.
Segundo a Secretaria estadual de Saúde, o número de casos registrados até agora não é considerado alarmante. Mas, mesmo assim, 3 mil bombeiros trabalham com agentes municipais de saúde para evitar a proliferação do mosquito. A secretaria afirma, ainda, que já existe um plano de contingência para combater a doença no verão.
Dengue tipo 1
Entre as preocupações dos especialistas está a volta da dengue tipo 1, que não circula no Rio desde o início da década de 1990, e já foi detectada em municípios do interior do estado.
“É possível que a gente tenha uma epidemia uma vez que a circulação desse tipo foi há muito tempo e todas as crianças e muitos jovens não tiveram contato com esse tipo”, explica o entomologista da Fiocruz, Rafael Freitas.
Dona Neusa Carvalho perdeu o marido, vítima de dengue hemorrágica, um mês depois da festa de 50 anos de casamento. “Ele chegou com febre, foi para o hospital e faleceu dia 16 de abril. Complicou a vida dele porque deu dengue hemorrágica, deu pneumonia, uma porção de coisa e aí faleceu”, lembra ela, que viu outras dez pessoas da rua em que mora contraírem a doença.
 

 
 ALUNA: kevellyn cristina barcelos do anjos.