quinta-feira, 24 de março de 2011

Espermatozoides são criados em laboratório pela 1ª vez no Japão

Um grupo de pesquisadores da Universidade de Yokohama, no Japão, conseguiu produzir espermatozoides saudáveis de camundongos em laboratório. Segundo a equipe do departamento de urologia, liderada pelo professor Takehiko Ogawa, o método pode ser melhorado no futuro para uso em humanos, sendo útil para diagnosticar e tratar problemas de fertilidade masculina.
O feito é explicado na edição desta quinta-feira (24) da revista "Nature". A técnica consiste em retirar pequenos pedaços dos testículos de camundongos com idade entre 3 a 5 dias, por meio de uma cirurgia conhecida como biópsia. Os tecidos foram levados em seguida para cultivo em placas com um material que garantiu a sobrevivência das células.
Como foram retirados de roedores bebês, os tecidos eram formados por um estágio anterior dos espermatozoides - conhecido como espermatogônias - que deram origem às células de reprodução adultas depois de dois meses.
Após serem criados, os espermatozoides foram testados em óvulos para os cientistas confirmarem se podiam gerar novos camundongos. A fertilização foi feita "in vitro" por meio de uma técnica que injeta o esperma diretamente no interior do óvulo com uma microagulha de vidro. O resultado foi o nascimento de novos roedores, que depois tiveram filhotes de forma natural.
É a primeira vez que espermatozoides de mamíferos são gerados em laboratório. A criação dessas células masculinas é conhecida como espermatogênese e costuma demorar 64 dias em humanos e 35 em ratos, segundo os pesquisadores. Até a façanha da equipe japonesa, como a espermatogênese é um processo demorado e complexo, os cientistas tinham dificuldade para manter a divisão celular nas placas de vidro.
O grupo de Tanehiko começou a estudar a possibilidade de gerar espermatozoides em laboratório há muitos anos. O objetivo é o de entender melhor como funcionam essas células e, especialmente, como mecanismos nas moléculas dessas estruturas podem levar à infertilidade.
                                                 
                                               Sthefany Rocha

Sthefany Rocha

Sou Sthefany Rocha ,Nasci em 27 de Julho de 1994,tenho 16 anos.Sou uma pessoa Legal,simpática,divertida,alegre,adoro curtir a minha vidinha e as vezes sou meia que dramática (risos).Eu fiz o ensino fundamental todo na Escola Estadual C.Tarcísio Bueno,vim estudar no Walter Orlandini em 2010.Gosto de Sair com as minhas amigas, adoro ir ao cinema,ficar no computador,viajar,etc. Quando Terminar Quero Fazer Faculdade de Arquitetura.Gosto de ler livros sim,mas não leio muito. Então é só!

quarta-feira, 23 de março de 2011

Jessica Oliveira



Meu nome é Jessica Oliveira de Aguiar, nasci no dia 31/08/95, tenho 15 anos. Sou meia loquinha, engraçada, comilona, dorminhoca, adoro conversar,  ficar no computador,  falar no telefone e confesso que sou bem estressadinha. Sou evangêlica e não vivo sem Deus. Dizem que eu sou muito ignorante, mas eu não concordo, só não gosto de ficar puxando muito o saco dos outros.  Falar um pouco de mim é dificil, pois cada dia que passa eu descubro uma coisa nova sobre mim. Então é isso! (:

"Bombeiro salva cachorro com respiração boca-a-boca" (NOTÍCIA)

Bombeiro salva cachorro com respiração boca-a-boca

O vira-lata Sunny sobreviveu a um incêndio graças a um bombeiro que usou técnicas de salvamento feitas para humanos.


Uma cadela foi ressuscitada com respiração boca-a-boca por um bombeiro após ser resgatada de um incêndio na cidade de Hull, em Yorshire, oeste da Grã-bretanha.
Os donos da vira-lata Sunny, Beryl e Ken Honeyball, estavam fora de casa quando um incêndio acidental atingiu a construção.
A cachorra desmaiou intoxicada pela fumaça antes que os bombeiros pudessem resgatá-la.
No entanto, os bombeiros revelaram que um dos oficiais, Mike Dunn, passou meia hora tentando reavivar o animal de estimação após o resgate.
'Entregaram-me o cachorro do lado de fora da casa. Ela não dava sinais de vida, respirava a cada dez segundos. Achei que tinha morrido por causa da fumaça.'
'Eu fiz respirações boca-a-boca e coloquei uma máscara de oxigênio nela por 30 minutos', disse Dunn.
Segundo a imprensa local, Dunn disse que nunca tinha ouvido falar do procedimento em animais, mas que decidiu tentar durante o salvamento.
Ele teria dito ainda que já é alvo de piadas dos colegas por causa da situação inusitada.
Quando Sunny, que tem oito anos, acordou, foi deixada sob o cuidado de vizinhos até que seus donos chegassem.

'Herói'
Depois do incêndio, o bombeiro pediu para ser informado sobre a saúde de Sunny.
"Eu também amo cachorros, tenho um boxer de 8 anos. Estou aliviado porque ela sobreviveu", disse.
Beryl Honeyball, uma aposentada de 71 anos, disse que Mick Dunn é "um herói".
"Deveriam ter dado a ele uma medalha pelo que fez", disse.
Segundo os donos, a causa provável do incêndio foi um curto circuito na fiação elétrica da casa.

ALUNA: LYVIA IGNACIO DE LIMA.

Lyvia Ignacio de Lima.

Meu nome é Lyvia Ignacio de Lima, nasci em 14 de março de 1996. Sou uma menina muito alegre, simpática e de bem com a vida. Amo a companhia da minha família e dos meus amigos. Adoro ir a minha igreja que é católica e participar do grupo jovem do qual faço parte da coordenação e me orgulho muito disso. Faço curso de administração e quero seguir carreira. Gosto muito de sair, adoro paquerar e fofocar com minhas amigas. Isto é um pouco de mim.
Sou Letycya Lemos, nasci no dia 12-02-1995, tenho 16 anos. Muitas pessoas me acham metida, mais é apenas meu jeito de ser, pois, quem me conhece sabe qe sou muito divertida e engraçada demais. Eu estudava no Francisco Lima em 2009, passei pro 1º ano e vim estudar aqui no Walter Orlandini em 2010, sou repetente. Vim pra essa escola porque ela sempre foi bem falada e sempre quiz estudar aqui. Eu gosto muito de dançar, era bailarina até o o final do ano passado, amo carnaval. Desejo ter um bom emprego em uma coisa que gosto muito e ser feliz demais. Gosto de ler livros de adolescentes como por exemplo '' Fala sério pai'' e livros que falam de Deus '' A Cabana''. Gosto muito de cinema, de filme brasileiro e comédia!                            É isso pessoal (:
                                                                                                                         

Notíca - Marianna Burlamarqui

O governo japonês divulgou nesta quarta-feira que o custo econômico do terremoto seguido de tsunami do último dia 11 alcançará 25 trilhões de ienes (cerca de US$ 310 bilhões), especialmente pelos danos em edifícios e na infraestrutura.
O ministro da Economia japonês, Kaoru Yosano, disse que o impacto do grande terremoto que devastou vastas áreas do nordeste do Japão será "limitado" para o crescimento econômico do país.
No entanto, fontes governamentais consultadas pelo jornal econômico "Nikkei" manifestaram nesta quarta-feira que consideram possível que a economia japonesa registre contração na primeira metade do ano fiscal de 2011, que começa em 1º de abril.
Para Yosano, o maior problema enfrentado pela economia japonesa são os cortes de energia, que obrigaram a racionar a eletricidade com blecautes cíclicos em algumas cidades, incluindo Tóquio.
O ministro da Economia afirmou que os blecautes não são a melhor opção, já que têm "um impacto significativo na indústria manufatureira".
Segundo as estimativas do governo, os danos materiais deixados pelo tremor serão muito superiores aos 10 trilhões de ienes (US$ 122 bilhões) do grande terremoto de Kobe, que em 1995 matou 6.400 pessoas.
O Executivo acredita que o custo causado pela interrupção da distribuição de produtos devido ao terremoto alcançará 250 bilhões de ienes (US$ 3,1 bilhões), segundo o "Nikkei".
As estimativas do governo excluem o custo associado à crise nuclear na usina de Fukushima Daiichi, na costa leste japonesa, apesar de seu impacto estar se estendendo a alimentos nas províncias de Fukushima e Ibaraki e à água corrente de Tóquio.
A Tokyo Electric Power Company (Tepco), operadora da usina nuclear de Fukushima, está negociando um crédito de 2 trilhões de ienes (US$ 24,7 bilhões) para fazer frente especialmente às despesas relativa à crise nuclear, segundo informou a agência local.

  O objetivo do autor é citar que no Japão vai custar muito caro a reforma da cidade.
   A temática do texto é façar o que o tsunami fez no Japão e mostrar como vai sair caro a reconstrução do país.

                      Marianna Burlamarqui Lopes.